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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O fim está próximo



“I thought we had more time!” (“Eu pensei que tivéssemos mais tempo!”), essa frase termina o trailer de mais um filme sobre o fim do mundo: 2012. Por que 2012? Pois bem, segundo uma crença no calendário Maia, também dos Egípcios, Celtas, Hopis, Nostradamus e diversos profetas, Chineses e Budistas, WebBots, Cientistas... Todos acreditam que nesse ano de 2012 algo extraordinário irá acontecer em nosso planeta, mais precisamente no dia 21 de Dezembro. O que seria? O APOCALIPSE, ou seja, fim do mundo, tudo morto, finito, CABUM!!

Mas esse texto não é pra assustar a todos com o fim do mundo, por que sabemos que vai acontecer, mas de acordo com a minha crença, não sei quando precisamente tão quanto esses povos. Esse texto é uma critica a Hollywood que está começando a irritar com tanto filme repetido. Já perceberam quantos filmes saíram no cinema só do fim do mundo? Não? Vou dar alguns poucos exemplos:

1) O dia depois de amanhã

2) O presságio

3) Apocalypto

4) O dia em que a terra parou

5) Eu sou a Lenda

6) Guerra dos Mundos

7) Independence Day

8) Extermínio

9) O Núcleo - Missão ao Centro da Terra

10) Things to come

Essa história toda começou em 1936 com esse Things to Come, um filme britânico de ficção científica produzido por Alexander Korda e dirigido por William Cameron Menzies. O roteiro foi escrito pelo conceituado H.G. Wells.

Os filmes sobre o fim do mundo, ou mais conhecidos como Doomsday Films, não servem apenas para satisfazer a vontade de diretores de destruir a humanidade e utilizar de efeitos especiais que ninguém jamais pensou, são críticas sociais também. Mostrar o quanto o ser humano é autodestrutivo e se nada for feito a extinção é obvia. Com tantos filmes relatando o que pode acontecer se nada for feito... Continuamos sem fazer NADA. Talvez 2012 seja mesmo uma data em que alguma coisa inexplicável vá acontecer. Agora como todos os governantes do planeta vão preparar 6 bilhões de pessoas para o fim do mundo? Isso eles não podem fazer.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Efeito Pavloviano misturado com boa ação

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Todo mundo na esfera


A consciência começa em casa

Alô, alô dona de casa: Porque você ainda compra detergente comum e não o biodegradável?

Ontem eu estava no supermercado com minha mãe e ela foi direto ao detergente comum, daqueles que fazem bastante espuma, sabe? Pois segundo a dona Maria: “sem espuma não há limpeza eficiente”. Acontece que essa concepção mudou, o detergente biodegradável custa menos que o comum e não prejudica o meio ambiente! E ainda facilita no processo de tratamento do esgoto! Tudo o que você sonhar em produto de limpeza em geral, existe na forma favorável ao meio em que vivemos e não custam a mais por isso.

Só que estamos tão acostumados com marcas antigas que não confiamos nas novas naturebas. Vivemos numa sociedade em que cada um está preocupado com seu quadrado e nem olha para o resto do mundo. Quando o ser humano vai voltar a viver em uma comunidade e perceber que todos nós vivemos em uma esfera saturada de tanta poluição?

Não é mais um texto clichê sobre o meio ambiente e não estou virando uma eco-chata, só acho que temos opções e assim como em nossa vida precisamos escolher a opção certa na hora de cuidar da nossa casa, não estou falando desse quadrado de concreto que você chama lar... Mas desse planeta diversificado que chamamos terra.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Coisa comum


Consumismo tem tratamento

Sabe quando você vê aquela peça única na vitrine e você tem de ter? Porque é assim? Ontem após a aula de Psicologia do consumidor que estou tendo em meu MBA, fiquei pensando... Desde pequenos somos bombardeados com tanta informação, marcas, estímulos para compras. Se você leitor tem uns 22 anos como eu, ou mais, vai se lembrar da propaganda da tesoura do Mickey: “eu tenho, você não tem!”. Ou aquele mantra do chocolate batom: “Compre batom” ... Hoje, não queremos mais tesourinhas ou chocolates... Queremos carros, celulares, computadores, roupas. Tudo isso para nos encaixarmos em uma tribo, fazer parte de algo. Como diz minha sabia professora Carol: “Tirando tudo: carros, marcas, roupas, relógios, o que nós somos? O cara não é nada sem marcas no mundo de hoje”. Um exemplo de hoje é o Ford Fusion: “para quem fez por merecer”. A propaganda inicial dele é um jovem que começa a batalhar e vira dono do negócio e o Ford Fusion representa essa conquista. Ou seja, hoje preciso de objetos para mostrar o quanto eu conquistei na vida.

As propagandas, revistas, produtos de beleza, os manequins das roupas de marca fazem com que as meninas queiram emagrecer, ter aparência sexy, colocar silicone, se tornam anoréxicas, tem bulimias. Lembra quando a calça 42 era enorme? Hoje parece que a 38 foi feita para sua filha de 11 anos. Mas a culpa não é toda da mídia ou de lojas. Segundo a Discovery Home & Health 99% dos distúrbios em adolescentes são culpa dos pais. Não sei quanto de vocês já viram o filme “Delírios de Becky Bloom”, a mãe da protagonista não deixa a filha ter coisas de criança, priva a criança a “sapatos marrons” como é definido no filme. Quando a menina cresce a primeira providencia é arrumar cartões de crédito e consumir tudo que quiser. Vira uma consumista, mente para os pais, amigos, arranja desculpas para suas compras e vive correndo de credores.

Marcas são boas, afinal a diversidade é uma coisa boa, temos de ter opções. O que não é bom é escutar o capitalismo, ou seja, se deixar levar pela indústria da beleza e querer se tornar uma modelo de revista (uma dica, nem elas são do jeito que aparecem nos comerciais existe um milagre hoje chamado photoshop e outros chamados botox, lipo... assim vai!). E não se deixar levar pelas marcas, comprar somente o que está dentro de nossos padrões com tanto bombardeio de propagandas é difícil, mas o mais difícil é sair do buraco das dividas.