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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Novidades verdes na ponta do pé

Tecidos elaborados com fibras de acerola, cadarço feito de garrafas plásticas recicladas, solados de matéria-prima vegetal guardada como um segredo à sete chaves. Esta é a indústria calçadista se esforçando para melhorar sua pegada ecológica.
Inspirados em novas tecnologias, os calçadistas levaram, na semana passada, suas apostas à 35ª edição da Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Equipamentos e Máquinas para Calçados e Curtumes (Fimec), em Novo Hamburgo. Algumas são resultados de anos de pesquisa e sérias preocupações com a sustentabilidade.


Quer ver na íntegra? Acesse: http://www.clicrbs.com.br/

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Just Keep Swimming



Agora no final do ano é a época em que todos se desejam felicidades, falam de conquistas e desejam amores, saúde, porsperidade e toda essa baboseira.

Minha grande referência em perseverança é a Dory. Isso aí! A peixinha Dory do filme da Disney/Pixar Finding Nemo.

Ela nunca lembra das coisas pois nunca teve alguém que se importava com ela ao ponto de criar memórias divertidas, dramáticas e até mesmo tristes. Aí ela conhece o Marlin e começa a se lembrar das coisas que passou ao lado dele pois ele se importa com ela. A Dory é sempre otimista, segue o lema "Continue a nadar" e vive tentando ajudar a todos.

Aqueles que estão familiarizados com o "Keep Walking" ou "Just do it" venho lhes dizer que é la stessa cosa, ou seja, a mesma coisa. São frases que nos indicam que devemos continuar nosso caminho não importa o que aconteça... Não importa as barreiras, se nosso ano foi péssimo, se aconteceram coisas que você prefere não lembrar ou se você não tem o que agradecer no jantar de Thanksgiving. O importante é não perder a vontade de viver, de ter aventuras, de estar sempre em movimento e não perder o ritmo.

Vou te contar um segredo, não tem coisa mais broxante do que uma pessoa que só EXISTE. Que acha que a vida que ela leva está bem daquele jeito, que nunca procura nada mais para conhecer, enfrentar e fica naquela zona de conforto. A vida foi feita pra viver meu caro, ou minha cara. "Viveeeeeeeeeer e não a vergonha de ser feliz, cantar e cantar e cantar. A beleza de ser um eterno aprendiz!"

Então Keep Swimming, Walking, Continue com o copo meio cheio... como preferir. Não importa o que acontece em sua vida, o importante é como você lida com os fracassos e conquistas.

Meu ano foi ótimo, graças a Deus, e tenho só o que agradecer (até por meus erros)! Espero que 2011 seja muito melhor e que eu tenha mais conquistas pela frente e vocês também.

Um ótimo natal e um divertido reveillon a todos. (sim, estou entrando de férias do blog até o ano que vem :P)

Pra quem nunca viu o filme só um parenteses, vai até a locadora AGORA e aluga!
Eu vou colocar a música da Dory aqui abaixo:

Just Keep Swimming (Procurando Nemo)
Hey Mr Grump Gills
You know what you gotta do when life gets you down?
Just keep swimming
Just keep swimming
Just keep swimming swimming swimming
What do we do we swim, swim, swim
OH HO HO How I love to swim
When you WAAAAAANNTTT to swim you want to swim

Continue a Nadar (Procurando Nemo)
Oh, enfezadinho do oceano
Quando a vida decepciona, qual é a solução? (Não sei qual é a solução)
Continue a nadar
Continue a nadar
Continue a nadar, nadar, nadar
Pra achar a solução?
Nadar (dori, pare de cantar)
Uhuhuu , enquanto nadar (dori) x2 Entra no embalo!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

The Digital Sacrifice



O site "Juste Jared", divulgou nesta terça-feira, 30, o vídeo da campanha "The Digital Sacrifice", organizada pela cantora Alicia Keys, em prol de crianças vítimas da Aids. A cantora e vários outros artistas e celebridades vão abandonar seus perfis e páginas pessoais em rede sociais como o Twitter e o Facebook.

No comercial, nomes como Kim Kardashian, Lady Gaga, Justin Timberlake, Usher, Jennifer Hudson, Ryan Seacrest, Elijah Wood e Serena Williams, entre outros, aparecem deitados em caixões para representar a sua morte digital. Eles só retornam à internet quando a campanha arrecadar US 1,5 milhão.

Também estão no filme a socialite Daphne Guinness, Janelle Monae, Bronson Pelletier, um dos lobisomens de "Lua Nova", da saga "Crepúsculo", a cantora Kimberly Cole, o marido de Alicia, Swizz Beatz, e o elenco do seriado "The Buried Life", da MTV americana.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Pouca vogal só no sobrenome


“Amanhã talvez esse temporal saia do caminho. Dá pra escrever. O papel aceita toda, qualquer coisa”, esse trecho da música Depois da Curva da dupla Pouca Vogal fala da esperança de encontrar coisas melhores depois da curva, depois da chuva. Sim, não existe uma letra escrita por ele que não toque quem escuta, elas tem conteúdo... fazem tanto sentido que existem várias comunidades em mídias sociais para discutir sobre elas. Agora ele tem uma dupla de rock. Sim, uma dupla! Mas vou dizer uma coisa, esse duo “Rocks!”, como dizem os ingleses. Eles são o Pouca Vogal, formado por Humberto Gessinger e Duca Leindecker
Em entrevista a nossa repórter, Aline Frediani (AF), Humberto Gessinger (HG) nos conta sua tragetória até o Pouca Vogal (PV). Claro todo mundo se pergunta, como esses dois se conheceram? Porque saíram de suas bandas para formar essa dupla? Bom, a gente também tinha essas dúvidas, por isso você vai conferir tudo sobre HG e PV.
Humberto veio dos Engenheiros do Hawaii, “banda que montei em 1985 e com a qual, até 2008, lancei 18 discos e 5 DVDs. Já Duca vem da banda Cidadão Quem, formada em 1990, com 7 discos e 1 DVD lançado. Também já lançou um disco solo, além de fazer trilhas para cinema e teatro” diz Humberto apresentando o duo. 
Primeiro as coisas primeiras, a banda Engenheiros do Hawaii não acabou. Quando perguntamos a Humberto quando ele vai voltar com a banda ele foi bem direto: “ Pretendo voltar quando o Duca encher o saco de mim”.
A história dos dois é antiga, da segunda metade do século passado. “Ali por 85, eu encontrei na rua um moleque que tocava guitarra. Ele sabia que eu tinha comprado uma Fender Telecaster. Na época, não era fácil descolar instrumentos legais. O menino ficou de passar lá em casa pra conferir a guitarra. Fiquei chocado quando vi ele tocar. Tirou sons da minha guitarra que eu não imaginava que estivessem lá. Tocava demais! Técnica, estilo, emoção e o diabo a 4”, conta Humberto. Esse garoto era o Duca Leindecker que hoje está em tour pelo Brasil com o CD do Pouca Vogal com apenas 8 músicas.
Avançando um pouco na história, em 2004, Duca convidou AgAgê (Humberto Gessinger) para participar do CD/DVD Cidadão Quem No Theatro São Pedro, em Porto Alegre. “Tocamos Terra de Gigantes, uma canção que eu havia escrito e gravado com os Engenheiros do Hawaii”, diz. Coincidentemente as bandas dos dois teve uma pausa nos shows ao mesmo tempo e eles partiram para o Pouca Vogal. O nome da banda é uma brincadeira com os sobrenomes dos integrantes Leindecker e Gessinger. “Se quisermos fazer um pouco de sociologia de boteco, podemos falar de como as vogais vão rareando à medida em que descemos pelo mapa do Brasil. O frio vai aumentando, a vegetação fica mais tímida, o verde vai ficando mais parecido com o azul, as pessoas mais introspectivas. Imigrantes com suas consoantes. Ao mesmo tempo em que exageram, algo de verdadeiro guardam essas generalizações”, divaga Humberto.

Mas não se preocupem, eles têm poucas vogais somente nos sobrenomes pois esses “guris” fazem um som incrível. Existem 8 músicas que fazem parte do repertório do duo. Pelo site (WWW.poucavogal.com.br) o pessoal vai poder baixar de graça o CD completo. “Não estamos interessados em transformar esta atitude em um ‘assunto’. Nosso interesse nos intestinos da indústria cultural é próximo de nenhum. Nos shows, vamos tocar, além destas, algumas músicas dos Engenheiros do Hawaii e da Cidadão Quem”, afirma Humberto.

Confira parte da entrevista

AF: Há outros músicos acompanhando vocês?
AgAgê: Não. Só nós 2. É um formato que sempre me fascinou.  Seja um duo de violões clássicos como os irmãos Assad, uma dupla caipira como Pena Branca & Xavantinho, um lance pop como Simon & Garfunkel ou jazz como Larry Coryell & Philip Catherine, há algo especial quando duas pessoas estão tocando. Depois do solo, é o mínimo. Mas, nesse mínimo, pode rolar o máximo diálogo musical. Duca já fez trabalhos geniais em duos com Frank Solari e com Borghettinho.

AF: Quais instrumentos vocês usam?
AgAgê: Eu sigo nos instrumentos acústicos: violão, viola caipira, dobro, harmônicas, piano. Além da MIDI Pedalboard, que é um teclado que a gente toca com os pés. Duca toca guitarra, violões com afinações esquisitas e bombo legüero, um instrumento de percussão característico do pampa.
É bem intenso. Em momentos, eu toco violão, harmônica, faço baixos com os pés enquanto o Duca sola na guitarra e faz percussão. Tudo ao mesmo tempo. Geralmente, quando um artista chega à quilometragem em que chegamos, pensa em desfrutar do conforto de um repertório já conhecido e de vários bons músicos aparando arestas. Mas nós estamos vibrando em outras freqüências, definitivamente. Queremos sair da zona de conforto por achar que só tensa a corda vibra legal. A vida é mesmo muito curta pra ser pequena.

AF: Quais são e como surgiram as músicas novas?
AgAgê: TENTENTENDER: a idéia me veio num vôo enquanto eu observava a sombra do avião rastejando lá embaixo. Mandei uma demo para o Duca e ele reescreveu a melodia do refrão.
DEPOIS DA CURVA e BREVE: Duca me mandou as músicas e eu escrevi as letras. A primeira fala da esperança de encontrar coisas melhores depois da curva, depois da chuva. Talvez, o amanhã colorido. A segunda é sobre a dificuldade e necessidade de unir firmeza e delicadeza na hora de cair fora. Quando ser bravo é ser breve, hay que endurecer, pero sin perder la ternura.
POUCA VOGAL: escrevi um pouco para explicar o conceito, um pouco para falar da minha ida ao Rio de Janeiro e da volta à PoA. De lambuja, cita Piano Bar (uma canção dos EngHaw) e homenageia Kleiton & Kledir, que melhor souberam, até hoje, misturar regionalismo gaucho e música pop.

AF: A banda Engenheiros do Hawaii acabou?
AgAgê: Não. Pretendo voltar quando o Duca encher o saco de mim.

AF: Cidadão Quem acabou?
AgAgê: Que eu saiba, não.

AF: Gostaria de dizer algo mais?
AgAgê: Não sei por que, gostaria de dar nossas datas e locais de nascimento.
Humberto Gessinger: Porto Alegre, 18:30h do dia 24 de dezembro de 1963.
Duca Leindecker: Porto Alegre, 10:30h do dia 5 de abril de 1970.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Ivete Sangalo faz do Madison Square Garden um carnaval

Frente do Madison Square Garden
Ana Paula Fernandes de NY

Em duas horas e meia de show, Ivete Sangalo sacodiu as 15 mil pessoas que compareceram ao Madison Square Garden (NY) para a gravação de seu primeiro DVD internacional.

A cantora baiana transformou o palco do Madison Square Garden em um carnaval fora de época, em pleno verão americano. Ivete contou com vários convidados de peso, entre eles o cantor argentino, Diego Torres, a canadense Nelly Furtado, o colombiano Juanes e o brasileiro Seu Jorge.

No repertório, muitas músicas antigas que levaram os fãs a loucara em Nova Iorque. Brasileiro e a nova música de trabalho da cantora "Aceleraê", lançada no Madison, foram as primeiras a agitar a galera.
Ivete agita o Madison

Ivete surpreendeu o público que compareceu em peso ao Madison ao cantar duas músicas de renomados cantores americanos, Human Nature (Michael Jackson) e Easy (Lionel Richie). Após finalizar a gravação, Ivete voltou ao palco e perguntou ao público "Eles me deram mais 15 minutinhos, vamos fazer um carnaval aqui então?". Os quinze minutos duraram meia hora e com toda simpatia ela chamou toda a produção ao palco e outros convidados famosos que conferiam o show como Preta Gil e Bruno de Luca. 

Logo após ela puxou o cantor baiano Netinho ao palco, que levantou a galera com seu memorável hit "Mila". Depois foi a vez de Seu Jorge, que cantou "Burguesinha". Outra convidada ao palco por Ivete para sua "mini-micareta" foi a também baiana, Margareth Menezes, que soltou o antigo hit "Dandalunda".


Confira as músicas que Ivete tocou no palco do MSG:


1. Brasileiro
2. Aceleraê
3. Cadê Dalila?
4. Flores
5. Desejo de amar
6. Arerê/País tropical/Perêrê
7. Dar-te (com Juanes)
8. Pra falar de você
9. Balakbak
10. A galera/Chorando se foi/Chupa toda
11. Rebolation
12. Human nature (de Michael Jackson)
13. Pensando em nós dois (com Seu Jorge)
14. Me abraça/Eternamente/Tá tudo bem/ Pegue aí
15. Where it begins (com Nelly Furtado)
16. Eva/Alô paixão/Beleza rara
17. Meu maior presente
18. Easy (de Lionel Richie)
19. Agora eu já sei (com Diego Torres)
20. Meu segredo
21. Berimbau metalizado
22. Qui belê
23. Festa / Sorte grande / Dinheiro
24. Na base do beijo

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Estados Unidos revivem 11 de setembro nove anos após os atentados

Bandeira americana é pendurada em frente a igreja no estado da Virginia
Ana Paula Fernades de Washington D.C




Cicatriz aberta. É assim que os americanos encaram o 11 de setembro.
Quem saiu as ruas no último sábado pôde testemunhar várias homenagens aos que morreram naquela tragédia em Nova Iorque.
No dia em que a tragédia completa nove anos, os americanos fizeram questão de lembrar o acontecido ostentando solidariedade em prol das vítimas e familiares que foram afetados pelos atentados.
Bandeiras americanas eram vistas por toda parte, faixas com os dizeres "11 de setembro - Nunca será esquecido" podiam ser vistas nas instalações dos Corpos de Bombeiros. 

As homenagens não param por aí.

Programas especiais exibem relatos de familiares e os nomes de aproximadamente 3 mil pessoas que morreram após os atentados as Torres Gêmeas.

Documentários e filmes tomam conta da programação todo ano desde 2001.
A analista financeira, Stacey Kenneweg conta que "Há pessoas que acendem velas nas janelas e fazem um minuto de silêncio todo ano em forma de homenagear as vítimas". Ela relata também que perdeu um amigo, que estava em uma reunião no World Trade Center, na hora do atentado. Segundo Kenneweg, vários amigos começaram a ter problemas psicológicos após a tragédia, muitos por ter perdido amigos de trabalho e outros pela perda de familiares que trabalhavam nas Torres Gêmeas. Amanda Azevedo, brasileira que mora em NY, afirma que a fumaça, provocada pela colisão das aeronaves nas Torres, chegou aos subúrbios da cidade. Azevedo ainda conta que várias conhecidos apresentaram problemas respiratórios após o 11 de setembro.

Brazilian Day reúne 1 milhão e meio em Nova Iorque

Margareth Menezes emociona o público ao cantar hino nacional

Ana Paula Fernandes de NY

Realizado há 26 anos entre a rua 43 e a 6a Avenida, o Brazilian Day 2010 levou milhares de brasileiros as ruas de Nova Iorque. Com shows de Zeze di Camargo e Luciano, Margareth Menezes, Carlinhos Brown e Dj Malboro, os brasileiros pintaram as ruas da "Big Apple" de verde-e-amarelo. Dois palcos foram montados para agitar o público, que segundo os organizadores do evento, chegou a 1,5 milhão este ano.
O primeiro palco foi montado na rua 43 com a 6a Avenida e, comandado por Luciano Huck, recebeu as atrações principais. Já o segundo foi instalado há algumas quadras dali, na rua 46 com a Madison Avenida. Agitado por varios Dj's brasileiros, contou também com a apresentação de bandas locais, show de batucada e mulatas.

Multidão pinta de verde-e-amarelo as ruas de Manhattan
Considerado um dos maiores festivais brasileiros fora do Brasil, o Brazilian Day 2010 reuniu pessoas de todos os cantos do Brasil ao longo dos 25 quarteiroes em Manhattan. Leidiane Cardoso (Navegantes - SC), que mora nos Estados Unidos há 7 meses, conferiu o evento pela primeira vez "Foi muito bacana por que a gente pôde se sentir um pouco mais perto de casa, um evento como este é muito importante pros brasileiros que moram aqui". Mas a sulista não conseguiu esconder a saudade e entregou "O Brazilian Day foi deprimente! (risos) Depois de chegar em casa, deu uma vontade de ir embora pro Brasil", conta Cardoso sem esconder a indignação por ter visto a cantora baiana, Margareth Menezes, lendo para cantar o hino nacional.